Curta o Brasil, ele acaba em 2035!

Saudações.

Vim trazer algumas notícias do futuro para vocês.

Não, não seremos engolidos por uma anomalia oceânica ou queimados pela atividade de algum vulcão.

Sim, sobreviveremos à COVID-19.

Aqui me refiro ao que vai restar do Brasil após minhas previsões políticas.

Não vou mentir: não vai ser fácil.
Se você é mais conservador ou apoia o governo Bolsonaro – parece uma previsão animadora.

Mas não vai comemorando ainda.
Se você é oposição, prepare-se para amargar os próximos 14 anos.

Messias popular

Bolsonaro foi eleito com o discurso do “vamos acabar com o PT”.

E o PT já era. O que resta agora são fragmentos de um grande partido que se perdeu na própria história.

Esse inimigo chamado PT não está mais no poder a ponto de queremos optar entre a espada e a cruz. Acabou.

As crises de governo e problemas recentes são muito mais internas do que vindos de qualquer oposição – bem fraca, diga-se de passagem.

Achei que essa popularidade que o Presidente desfrutava no começo estava secando.

Facada: Parte II

Daí veio o vídeo do Moro.

Esse vídeo foi uma “segunda facada”.
Falem o que quiser: apesar das atrocidades, mostrou um lado legítimo do Bolsonarismo. Arquitetado ou não, o tiro pode ter saído pela culatra. Reacendeu uma popularidade tamanha que o “não estou nem aí para reeleição” praticamente já o garantiu até 2026.

Vamos falar agora de sucessão: quem será a cria política de Bolsonaro?

Errou se você acha que será um dos filhos – que não devem sobreviver às investigações.
Das duas uma: ou vão precisar de imunidade parlamentar pro resto da vida, se confirmarem tudo que os acusam por aí; ou então vão sucumbir à falta de brilho político próprio. Isso mesmo, são meros portadores de um sobrenome.

Passando a faixa

Na minha opinião, este homem – recentemente carregado pelos braços dos apoiadores, como nenhum outro Ministro de governo – será o sucessor.
E não estou falando do Paulo Guedes.
Alguém carregou o Paulo Guedes?
Não que eu me lembre.

Estou falando de Abraham Weintraub.

Surpreso?
Eu não.
Ele é carismático, idealista – alguém com condições de pegar os pedaços do que sobrar de 8 anos de bolsolavismo e levar para um próximo nível.

Quando ele fala que “Brasília é um câncro” e as pessoas ali “se consideram inexpugnáveis” – apesar do tom, muita gente concorda com isso e sente que Brasília mais se perpetua para que a estrutura de poder continue deixando eles cada vez mais inexpugnáveis.

Diferente do Jair, o Abraham tem bastante conteúdo.
É visionário.
E por trás da nítida imagem de apoiador e militante fervoroso – existe ali alguém disposto a escrever a história – tal qual fez Maduro ao suceder Chávez.

OK, me odeiem à vontade pelas comparações.
Mas ideologia política é tudo igual. Só mudam os pólos do mesmo compasso.

Este é o sucessor do Bolsonaro – e com chances de ser reeleito, permanecendo até 2034, especialmente se conseguir extrair de sua missão o máximo de fiéis seguidores – o oposto do que Dilma foi para o PT.

E o fim do Brasil?

O preço dessa trajetória não será fácil para nenhum dos lados.

Se a esquerda brasileira e o centro não se reorganizarem, o país vai assistir a “velha política” se desfazendo, enquanto tentam disputar o protagonismo para tentar fazer frente a esta corrente que vai até 2034.

Ao perceberem que esgotou o argumento da velha política – ou ainda a paciência, uma guerra por sobrevivência irá começar – não em Brasília, mas em cada capital estadual.

Uma oposição ressentida, desorganizada e em descrédito popular irá precisar criar um novo inimigo, para que o povo acredite em alguma coisa.

Mas como odiar os que estão no poder?
Como tirar aquele grupo dominante do Brasil?
Tirando o Brasil deles, vão concluir.

E como política é algo sujo, sempre – vão sequestrar a soberania nacional e cobrar, como resgate, a independência dos estados – como fonte de poder político para voltarem desesperadamente ao cenário político.

Assim, existe uma grande possibilidade de estados brasileiros, e seus líderes locais desesperados por alguma relevância política, sugerirem a “libertação” do povo brasileiro, dissolvendo esta união.

Acrescente uma pitada de armas para a população, e o caldeirão está pronto para qualquer conflito armado ou pacífico, mas buscando a separação.

O que minha bola de cristal ainda não sabe dizer é onde vai começar esta onda.

Espera… vejo algo… Rio de Janeiro?

Veremos.

DB

Um comentário sobre “Curta o Brasil, ele acaba em 2035!

  1. Confesso que me assusta essa previsão, principalmente as consequências para o país e seu povo. Posso incluir todos as aspectos.

    Outro ponto que também vejo é a vitrine real que o Brasil está colocando para o exterior. Vejo um país mais isolado e querendo subir no lombo do Trump, já que dentro desse período, Trump fica menos tempo que o período estipulado nesse texto.

    Aguardemos (eu com uma pitada de angústia).

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